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29/12/2008

MELHORES DE 2008

Antes de iniciarmos as tradicionais listas de melhores (filmes, atores e atrizes) do ano, algumas considerações.


Foram 324 os filmes lançados em São Paulo em 2008, sendo 70 deles nacionais. Analisando os títulos percebemos que o ano foi bem melhor do que pensávamos a princípio, em especial para o cinema brasileiro que emplacou 10 títulos entre os 20 da lista (na verdade 22, já que não conseguimos decidir entre um e outro, nos dois últimos lugares). Um ano que teve dois filmes dos Coen (um de uma densidade inexcedível, o outro uma excelente diversão), dois Woody Allen (um é dos mais anódinos, mas em compensação o outro é dos maiores de sua carreira), e obras de Lumet, Chabrol, Cronenberg, Haneke, Mojica, Bressane, Reichenbach, não pode ser de todo ruim.

Infelizmente perdemos alguns filmes que foram bastante elogiados, como Serras da Desordem, Luz Silenciosa, A Questão Humana, Castelar e Nelson Dantas..., Meu Nome é Dindi, A Fronteira da Alvorada, mas não cremos que mudaria muita coisa.

E passamos longe de alguns “queridinhos” da crítica (“velha” ou “jovem”, tanto faz): Canções de Amor, O Segredo de Lorna, O Sol, Lady Jane, Um Conto de Natal.

No ano em que Manoel de Oliveira completou um século de vida, o melhor filme foi de outro veterano, Sidney Lumet (nascido em 1924), que fez a mais dura crítica à crise moral e econômica dos EUA na era Bush. Lembramos que no ano passado outro octogenário foi o autor do melhor filme: Alain Resnais e seu Medos Privados em Lugares Públicos. Os “velhinhos” estão colocando a “molecada” no chinelo.


Vamos então à lista dos “meus” melhores de 2008:


MELHORES ATORES:


1- Viggo Mortensen - Senhores do Crime

2 - Albert Finney - Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto

3 - Mathieu Amalric - O Escafandro e a Borboleta

4 - Johnny Depp - Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

5 - João Miguel - Estômago

6 - Selton Mello - Meu Nome Não é Johnny

7 - Thomas Jane - O Nevoeiro

8 - Henry O – Mil Anos de Orações

9 - Joseph Fiennes – Mandela – Luta Pela Liberdade

10 - Murilo Rosa – Orquestra de Meninos


MELHORES ATRIZES:



1 - Rosanne Mulholland – Falsa Loura

2 - Julianne Moore – Pecados Inocentes e Ensaio Sobre a Cegueira

3 - Leandra Leal – Nome Próprio

4 - Ludivine Sagnier – Uma Garota Dividida em Dois

5 - Sandra Corveloni – Linha de Passe

6 - Naomi Watts – Violência Gratuita e Senhores do Crime

7 - Julie Christie – Longe Dela

8 - Nash Laila – Deserto Feliz

9 - Rebecca Hall – Vicky Cristina Barcelona

10 - Joan Allen – Corrida Mortal


MELHORES FILMES:


1)


2)

3)
4)
5)
6)
7)
8)
9)
10)

11 – Violência Gratuita – Michael Haneke

12 – Última Parada 174 – Bruno Barreto

13 – A Era da Inocência – Dennis Arcand

14 – Sicko - $O$ Saúde – Michael Moore

15 – Linha de Passe – Walter Salles & Daniella Thomas

16 – Chega de Saudade – Laís Bodanszky

17 – Estômago – Marcos Jorge

18 – Meu Nome Não é Johnny – Mauro Lima

19 – O Nevoeiro – Frank Darabont; Deserto Feliz – Paulo Caldas

20 – Uma Garota Dividida em Dois – Claude Chabrol; Gomorra – Matteo Garrone


Obs.: Teimosamente continuo dando preferência aos filmes lançados nos cinemas durante o ano, caso contrário Diário dos Mortos, de George A. Romero e Ploy, de Pen-Ek Ratanaruang, ambos trazendo interessantes questões a respeito da imagem, com certeza estariam na lista. Falarei mais sobre o diretor tailandês em breve.

FELIZ 2009 A TODOS VOCÊS!!!


27/05/2006

BALAIO DE LISTAS

O Moacy Cirne, do excelente blog Balaio Vermelho (link ai ao lado) está divulgando a relação dos 20 melhores filmes assistidos por seus leitores. O legal é que qualquer um pode participar, basta entrar no blog e lhe enviar a lista por e-mail. Verdadeira aula de democracia!
Ao mesmo tempo o Moacy está publicando uma pesquisa promovida por ele em 1996 sobre os Melhores Filmes produzidos até então, ouvindo 174 cinéfilos, entre cineastas, alunos de cinema, críticos, poetas, historiadores e outros.
Tive a honra de ver minha modesta lista publicada ao lado da lista do Mestre Nelson Pereira dos Santos. Como diria Athayde Patreze: "Um Luxo!"
Devido a falta de tempo relacionei os filmes de forma aleatória, sem qualquer tipo de classificação. Se fosse relacioná-los por ordem de preferência, talvez apenas os dois primeiros mantivessem suas posições. Eis a lista de 20 filmes que mandei para o Moacy:
A Idade do Ouro (Buñuel)
Cidade das Ilusões (Huston)
O Ano Passado em Marienbad (Resnais)
A Regra do Jogo (Renoir)
O Martírio de Joana D'Arc (Dreyer)
A Caixa de Pandora (Pabst)
Os Nibelungos (Lang)
O Profundo Desejo dos Deuses (Imamura)
Era Uma Vez em Tóquio (Ozu)
Gritos e Sussurros (Bergman)
Crepúsculo dos Deuses (Wilder)
Contrastes Humanos (Sturges)
À Beira do Abismo (Hawks)
A Loja da Esquina (Lubitsch)
O Desprezo (Godard)
Os Atores Ambulantes (Angelopoulos)
Solaris (Tarkovski)
Armadilha do Destino (Polanski)
O Passageiro: Profissão Repórter (Antonioni)
Ganga Bruta (Humberto Mauro)
O problema é que assim que a enviei comecei a lembrar de outros filmes que foram importantes na minha formação cinéfila, o que me deixou profundamente deprimido. Listas em geral apresentam esse inconveniente, quando pensamos que são definitivas lembramos que deixamos algo de fora. Para fazer justiça aos fimes que esqueci de listar, resolvi iniciar uma série de posts com os filmes da minha vida. Vejam bem, isso não quer dizer que são os melhores de seus diretores, mas sim filmes que ajudaram a formar minha visão de cinema. Como tenho certeza que acabaria esquecendo outros, decidi dividi-los por gênero. Começo então pelos 20 melhores dramas da minha vida:
O Leito Conjugal e Brinquedo Louco - Marco Ferreri
Ana e os Lobos e Cria Cuervos - Carlos Saura
Vinhas da Ira - John Ford
Imagens - Robert Altman
O Grito - Michelangelo Antonioni
O Silêncio e Quando Duas Mulheres Pecam - Ingmar Bergman
Amargo Pesadelo - John Boorman
Houve uma vez um Verão - Robert Mulligan
O Desejo - Walter Hugo Khouri
Os Boas-Vidas - Federico Fellini
A Ilha Nua - Kaneto Shindo
Vagas Estrelas da Ursa - Luchino Visconti
O Estranho que nós Amamos - Don Siegel
Dersu Uzala - Akira Kurosawa
O Açougueiro - Claude Chabrol
Esposamante - Marco Vicario
Procura Insaciável - Milos Forman

23/04/2006

MELHORES DA DÉCADA DE 80

Alguns amigos, membros da Liga dos Blogs de Cinema, estão fazendo listas com os melhores filmes da década de 80. Não sou membro da tal liga, mas instado pelo amigo Ronald Perrone, do ótimo Cine Art, que também não é membro da dita cuja, resolvi publicar uma lista com meus preferidos daquela época. Com muito trabalho acabei selecionando 40 filmes essenciais. Aliás, ao fazer a pesquisa me surpreendi com a quantidade de grandes obras produzidas nos anos 80, a lista poderia ter fácil uns 80 filmes! E estou falando apenas dos filmes estrangeiros (em breve publicarei a lista dos melhores nacionais)! Como sigo fielmente o calendário gregoriano, a década de 80 compreende os anos de 1981 a 1990.
A lista está em ordem cronológica:
Bodas de sangue (Carlos Saura– 81)
O desespero de Veronika Voss (Rainer Werner Fassbinder– 81)
Gallipoli (Peter Weir - 81)
Scanners, sua mente pode destruir (David Cronenberg - 81)
Três irmãos (Francesco Rosi – 81)
Casanova e a revolução (Etore Scola– 82)
Crônica de um amor louco (Marco Ferreri - 82)
Danton, o processo da revolução (Andrzej Wajda – 82)
Fanny e Alexandre (Ingmar Bergman - 82)
Nostalgia (Andrei Tarkovski – 82)

Sedução e vingança (Abel Ferrara - 82)
Yol - (Yilmaz Guney - 82)
Aos nossos amores (Maurice Pialat - 83)
A Balada de Narayama (Shohei Imamura – 83)
E la nave va (Federico Fellini - 83)
Os eleitos (Philip Kaufman – 83)
Era uma vez na América (Sergio Leone – 83)
Furyo – em nome da honra (Nagisa Oshima – 83)
Prenome Carmen (Jean-Luc Godard - 83)
Zelig (Woody Allen - 83)

Estranhos no paraíso (Jim Jarmusch - 84)
Gosto de sangue (Joel Coen - 84)
Gremlins (Joe Dante - 84)
Kaos (Paolo e Vittorio Taviani – 84)
Paris, Texas (Wim Wenders – 84)
Depois de horas (Martin Scorsese – 85)
Quando papai saiu em viagem de negócios (Emir Kusturica – 85)
O raio verde (Eric Rohmer – 85)
Ran (Akira Kurosawa – 85)
Veludo azul (David Lynch – 86)

Não amarás (Krzysztof Kieslowski – 87)
Robocop (Paul Verhoeven – 87)
Os vivos e os mortos (John Huston - 87)
Um assunto de mulheres (Claude Chabrol - 88)
O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante (Peter Greenaway - 89)
Drugstore cowboy (Gus Van Sant – 89)
Faça a coisa certa (Spike Lee – 89)
Paisagem na neblina (Theo Angelopoulos - 89)
O sétimo continente (Michael Haneke - 89)
Edward mãos de tesoura (Tim Burton - 90)

23/02/2006

MELHORES (E PIORES) SEGUNDO A PREMIERE

A revista Premiere americana de março traz a tradicional lista dos 100 melhores filmes de 2005 na opinião de críticos como Richard Corliss, Roger Ebert, Glenn Kenny, Leonard Maltin, Joe Morgenstern, Carrie Rickey e Kenneth Turan.
Para não perder o costume, aqui vão os 20 melhores do ano que passou:
1 - Grizzly Man
2 - O Segredo de Brokeback Mountain
3 - Capote
Boa Noite e Boa Sorte
5 - Munique
6 - Marcas da Violência
A Lula e a Baleia
Wallace e Gromit - A Batalha dos Vegetais
9 - Contra a Parede
10 - O Jardineiro Fiel
King Kong
12 - Enron: The Smartest Guys in the Room
13 - Mistérios da Carne
14 - Johnny e June
15 - A Luta Pela Esperança
Harry Potter e o Cálice de Fogo
Mad Hot Ballroom
Murderball
Paradise Now
20 - Orgulho e Preconceito
Os 20 piores:
81 - O Guia do Mochileiro das Galáxias
82 - Os Irmãos Grimm
83 - Rent
84 - Sahara
85 - O Galinho Chicken Little
86 - Bad News Bears
87 - Os Produtores
88 - Tudo Acontece em Elizabethtown
89 - A Ilha
90 - Constantine
Quarteto Fantástico
92 - Diário de Uma Louca
93 - Os Gatões
94 - The Longest Yard
95 - A Feiticeira
96 - Be Cool
97 - A Sogra
98 - Domino
99 - Stealth
100 - The Pacifier (qual foi o título no Brasil dessa bomba mesmo?)

14/01/2006

LIVROS, REVISTAS COM DVD, LISTA, ETC...

O mítico cinema feito na Boca do Lixo paulistana finalmente ganha um livro à sua altura. Sem as benesses de uma estatal espúria, ignorado por boa parte da crítica e ridicularizado por nossa inteligentsia e gênios de plantão, de lá sairam, na década de 70, alguns dos maiores sucessos de bilheteria de nosso cinema. E também obras de inegável valor artístico, mas que não era de bom tom apreciar. Escrito por alguém que, primeiro como crítico e depois como diretor, viveu o período de ascensão, apogeu e queda da produção local, o que sobressai do livro é a forma carinhosa com que Alfredo Sternheim comenta a obra dos cineastas que passaram pela região, despido de qualquer tipo de preconceito. São 127 verbetes de pessoas que, a despeito do nível de formação ou ambição intelectual, tinham em comum uma mesma coisa: o amor pelo cinema. Absolutamente indispensável!

Na apresentação, Máximo Barro comenta dados preocupantes: apenas um quinto dos mais de 100 longas-metragens em que Hingst teve participação encontram-se na Cinemateca Brasileira, mas nem todos em condições de projeção, pois apresentam problemas típicos da má conservação da película cinematográfica como perfurações fora do padrão e imagem descolando, e que já existiam antes das cópias serem depositadas naquela instituição cujo papel é fundamental para a preservação de nossa memória cinematográfica. Segundo ele, a maioria dos produtores "conserva" os originais em depósitos construídos para abrigarem móveis, tapetes, pneus e trastes das casas. A continuar assim, dentro de poucos anos somente cerca de 50 filmes com o ator, que Ugo Giorgetti certa vez disse ser a cara de São Paulo, poderão ser assistidos. Neste livro, uma das mais completas biografias da Coleção Aplauso, Barro recupera a história de Sérgio Hingst, desde suas origens alemãs, passando pela formação na EAD, a participação em clássicos como "Estranho Encontro" (Khouri), "O Quarto" (Biáfora), "Aleluia, Gretchen" (Back), "Lilian M" (Reichenbach), entre outros, até a última atuação num curta-metragem de 1985. Bela homenagem a um grande ator, cuja obra precisa urgentemente ser preservada.

Do clássico do cinema mudo "A Caixa de Pandora" até filmes recentes como "Intimidade" e "E Tua Mãe Também", Neil Fulwood analisa 100 cenas, de 100 filmes, que redefiniram a forma com que o sexo foi mostrado no cinema. Dividido em 5 capítulos, assim denominados: "Implicit" (com filmes como "Gilda", "Spartacus" , "O Criado", etc.); "Explicit" ("O Império dos Sentidos"; "Betty Blue", "Emmanuelle", etc.); "The European Aesthetic" (com filmes de Buñuel, Blier, Fellini, Almodovar e Greenaway); "Pleasure and Payment" ("A Professora de Piano", "Marnie", "Ondas do Destino", etc.) e "Forbidden Flesh" ("Saló ou os 120 Dias de Sodoma", "A Comilança", "O Silêncio", etc.). Excelente!

REVISTAS COM DVDs ENCARTADOS

- CINE MONSTRO Nº 6, com "Phenomena" de Dario Argento. Jennifer Connelly, aos 14 anos, é uma garota com estranhos poderes sobre os insetos, o que a ajudará a solucionar uma série de assassinatos cometidos contra as estudantes de um colégio interno na Suiça. Ela contará com a colaboração de um entomologista (Donald Pleasence) e sua chimpanzé de estimação. Muito clima e surpresas, num dos melhores filmes do mestre.

- DARK SIDE Nº 14, traz um clássico da animação de bonecos em stop-motion, "A Festa do Monstro Maluco", um filme que permanece na memória afetiva de muitos trintões e quarentões (hehe). O Barão Frankenstein, para comemorar a descoberta de uma poderosa bomba, convida para uma festa em sua ilha todos os monstros que já passaram pelas telas: Drácula, Lobisomem. A Múmia, O Monstro da Lagoa Negra, O Homem Invisível, Dr. Jekyll e Mr. Hyde, O Corcunda de Notre Dame, e seu sobrinho normal. E, claro, Francesca, a secretária do Barão, uma ruiva de corpo escultural! No original, o Barão é dublado pelo grande Boris Karloff. Pura nostalgia!

- EAST SIDE Nº 2 e 3 - Com os episódios 2 e 3 que completam a saga do "Street Fighter" Terry Tsurugi, interpretado por Sonny Chiba. A primeira parte já comentei por aqui. Aguardem por muitos mais ossos quebrados!

LISTA DOS MELHORES DE 2005 (FINAL)

Completando minha lista de melhores filmes exibidos em cinemas no ano passado, relaciono mais 10 que gostei bastante. 2005 pode não ter sido um ano excepcional, mas trouxe um bom número de grandes filmes.

11-Kung-Fusão – Stephen Chow
12-O Aviador – Martin Scorsese
13-Maria cheia de graça – James Marston
14-A queda! As últimas horas de Hitler – Oliver Hirschbiegel
15-Extremo sul – Mônica Schmiedt e Sylvestre Campe
16-Contra a parede – Fatih Akin
17-A casa dos bebês – John Sayles
18-Irmãos – Patrice Chéreau
19-Sideways – Entre umas e outras – Alexander Payne
20-Manderlay – Lars von Trier

O ser humano tem muito a aprender com esses simpáticos e desajeitados animais!!!

Finalmente, copiando descaradamente a idéia do último post do Edú "Cine Rebeldia" Aguilar (desculpa ai, amigo...hehe) alguns dos melhores textos da Web no momento, entre sites e blogs:

Para incrementar a polêmica sobre "2046 - O Segredo do Amor", de Wong Kar-Wai, duas excelentes críticas, uma pró, de Neusa Barbosa:

http://cineweb.oi.com.br/index.html

Outra contra, de Carlos Alberto Mattos:

http://www.criticos.com.br/new/artigos/critica_interna.asp?artigo=960

O site é dedicado a filmes de terror, mas foi nele que encontrei talvez a crítica mais positiva feita sobre o ótimo faroeste de Henry Hathaway, "Os Filhos de Katie Elder":
http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/offtopic/elder.html

No Japan Action, bela resenha sobre "Fighting Elegy", do grande Seijun Suzuki:
http://www.japanaction.cjb.net/

Andréa Ormond, depois de Carlo Mossy, agora entrevista Anselmo Vasconcellos, a Múmia do clássico de Ivan Cardoso, entre outros personagens inesquecíveis:
http://www.estranhoencontro.blogspot.com/

E o Fernando Roveri e o Marko, depois de um longo e tenebroso inverno, voltaram com tudo. O primeiro comenta o documentário Sou Feia Mas Tô Na Moda":

http://muzzle.zip.net/

O segundo analisa "Soldado Anônimo:

http://komentarista.blogspot.com/

30/12/2005

2005 - BALANÇO FINAL E MELHORES DO ANO

Foram lançados comercialmente, em São Paulo, 282 filmes. Desses, 234 são estrangeiros, sendo 6 documentários. O cinema brasileiro teve 48 novos filmes, sendo 34 de ficção e 14 documentários.

Melhores filmes de 2005, na minha opinião:

10)

9)

8)

7)

6 - EMPATE)


5)

4)


3)


2)

1)

FELIZ 2006 A TODOS OS LEITORES E AMIGOS!!!

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