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30/03/2009

COTAÇÕES JOHN FRANKENHEIMER

Ter visto Black Sunday me animou a fazer este ranking. Muitos desses filmes foram vistos há um bom tempo, nem sempre em condições ideais (dublados, com intervalos comerciais, etc.), o que não deixa de ser uma boa desculpa para começar a revê-los a partir de agora.

1961 - Juventude Selvagem (The Young Savages) - ***

1962 – O Homem de Alcatraz (Birdman of Alcatraz) - *****

1962 – O Anjo Violento (All Fall Down) - ****

1962 – Sob o Domínio do Mal (The Manchurian Candidate) - *****

1964 – Sete Dias em Maio (Seven Days in May) - ***

1964 – O Trem (The Train) Substituindo Arthur Penn - ****


1966 – O Segundo Rosto (Seconds) - *****

1966 – Grand-Prix - ***

1969 – O Extraordinário Marinheiro (The Extraordinary Seaman) - **

1969 – O Homem de Kiev (The Fixer) - *****

1969 – Os Paraquedistas Estão Chegando (The Gipsy Moths) - ***

1972 – História de Uma História de Amor (Impossible Objects) - ***


1974 – Até o Último Disparo (99 and 44% Dead) - ***

1975 – Operação França II (The French Connection II) - **

1977 – Domingo Negro (Black Sunday) - ****

1979 – Semente do Diabo (Prophecy) - *

1982 – The Challenge - ****


1985 – O Documento Holcroft (Holcroft Convenant) - ***

1986 – A Hora da Brutalidade (52 Pick Up) - ****

1989 – Na Trilha dos Assassinos (Dead Bang) - **

1990 – A Quarta Guerra (The Fourth War) - ***

1991 – O Ano da Fúria (Year of the Gun) - **

1997 – George Wallace - ***

1998 – Ronin - **

2000 – Jogo Duro (Reindeer Games) - *



29/03/2009

EMPOLGANTE!

Esse é um daqueles filmes que nunca tinha assistido inteiro. Ou via o começo, a metade ou o final. Hoje finalmente pude assistir por completo, e fiquei de queixo caído. A cena ai de cima pode dar a impressão que se trata apenas de um excelente thriller, mas é muito mais que isso. Como quase toda obra de John Frankenheimer trata-se de um drama político-existencial, abordando um tema que continua mais atual que nunca (o conflito Oriente x Ocidente).

Mas o cineasta também é um mestre das cenas de ação, e a sequência final deixo isso bem claro. Tudo é perfeito: a montagem, a edição de som, o comentário musical de John Williams.

John Frankenheimer é um diretor injustamente esquecido. Está mais do que na hora de fazer-lhe justiça!

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